


A Audácia dos Invertidos: História LGBTQIAPN+ no Rio de Janeiro
A Audácia dos Invertidos: Desvendando a Resistência LGBTQIAPN+ no Rio de Janeiro
Em meio a brilhos, sombras e histórias de resistência, este livro escancara as portas de um Rio de Janeiro vibrante e transgressor, onde a comunidade LGBTQIAPN+ ousou existir, amar e criar mesmo sob a mira do preconceito e da repressão. Uma jornada fascinante pelas décadas de 1950 a 1990.
Um Rio de Janeiro Oculto e Inspirador
Entre as décadas de 1950 e 1990, o Rio de Janeiro se consolidou como um dos maiores centros de efervescência cultural e resistência do movimento LGBQTIAPN+ no Brasil. Em A audácia dos invertidos, Rodrigo Faour revela um Rio de Janeiro oculto que lançou moda e moldou comportamentos e identidades que hoje integram o imaginário da cultura LGBTI+ nacional.
A obra reconstrói a história da comunidade LGBTI+ no Rio de forma abrangente, por meio de registros em jornais, revistas e relatos de personagens anônimos e personalidades que viveram amores, sofrimentos e conquistas em uma cidade onde a liberdade, a repressão e o preconceito sempre andaram lado a lado.
Resgate Histórico Profundo
Dos primeiros bailes gays de Carnaval aos shows de travestis, das lendárias boates aos pontos de encontro secretos, A audácia dos invertidos resgata espaços, corpos e experiências que a história oficial ignorou e silenciou.
Origens e Expressões Culturais
Descubra a origem dos bares LGBTI+ mais antigos, os primeiros grupos de ativismo, concursos de beleza e as gírias que nasceram no cotidiano dessa metrópole marcada pelo desejo, arte e repressão.
Visibilidade e Resistência Artística
Filmes, novelas, músicas e peças com temática LGBTQIAPN+ fizeram do Rio de Janeiro um verdadeiro palco de visibilidade e resistência, moldando a identidade do movimento LGBTI+ brasileiro.
Um Olhar Afetuoso e Revelador
Com uma pesquisa extensa e um olhar crítico e afetuoso, Rodrigo Faour faz, em A audácia dos invertidos, um registro histórico poderoso e revelador da cultura LGBTQIAPN+ no Rio de Janeiro. Expõe as raízes de um grupo marginalizado, perseguido e, ao mesmo tempo, irresistivelmente livre.


