








Descubra a releitura homoafetiva que vai te fazer repensar um clássico.
E se os fatos narrados por Bentinho em Dom Casmurro pudessem ser vistos sob uma luz completamente diferente? Em "O Prazer das Dores Velhas", Páris Jacques nos presenteia com uma releitura ousada e profundamente homoafetiva do icônico romance de Machado de Assis. Desta vez, as memórias não pertencem a Bentinho, mas a Ezequiel Escobar – o amigo, o confidente, o desejo jamais expresso.
Ideal para leitores que buscam narrativas LGBTQIA+ autênticas, para aqueles que amam revisitar clássicos sob uma nova perspectiva e para quem entende que o amor mais profundo nem sempre precisa ser dito para ser real. Uma obra que desafia convenções e celebra a complexidade dos sentimentos humanos.

