






E se a história de Bentinho fosse contada por um olhar diferente? Prepare-se para uma releitura que vai te fazer questionar tudo o que você sabia sobre um dos maiores clássicos da literatura brasileira.
Em "O Prazer das Dores Velhas", Páris Jacques nos presenteia com uma audaciosa releitura homoafetiva de Dom Casmurro. Desta vez, as memórias não são de Bentinho, mas sim de Ezequiel Escobar, o amigo de infância, o confidente, o amor que nunca pôde ser expresso.
Ideal para leitores que buscam narrativas LGBTQIA+, que apreciam revisitar clássicos com novas lentes e que entendem que o amor, mesmo não dito, é real e poderoso. Uma obra para quem ama literatura brasileira e deseja novas interpretações.
"O Prazer das Dores Velhas" reimagina a história como o afeto profundo entre dois homens que nunca puderam viver seu amor livremente. Em meio a confissões, silêncios e perdas, a culpa se transforma em um retrato pungente de um amor silenciado por séculos.

